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	<title>Arquivos Destaque - Nutral</title>
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	<description>Ração para Aquários, Pássaros, Lagos, Répteis e Zoo</description>
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	<title>Arquivos Destaque - Nutral</title>
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	<item>
		<title>Ficha Técnica: Betta</title>
		<link>https://www.nutral.com.br/ficha-tecnica-betta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nutral]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Oct 2020 20:07:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Ficha Técnica]]></category>
		<category><![CDATA[betta]]></category>
		<category><![CDATA[ficha técnica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nome Comum : Betta Nome Cientifico: Betta splendens Família: Osphronemídeos Habitat: Sudoeste Asiático (Vietname,Cambodja,Tailândia,Myanmar) pH: min: 6,8 max: 7,4 Temperatura: min: 24° max: 28° Dureza: min:4 max:8 Tamanho Máximo: 6 cm Sociabilidade: Os machos são bastante territoriais por essa razão só se pode ter um macho por aquário,as fêmeas também são territoriais mas podem se [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Nome Comum :</strong> Betta</p>
<p><strong>Nome Cientifico:</strong> Betta splendens</p>
<p><strong>Família:</strong> Osphronemídeos</p>
<p><strong>Habitat:</strong> Sudoeste Asiático (Vietname,Cambodja,Tailândia,Myanmar)</p>
<p><strong>pH: </strong>min: 6,8 max: 7,4</p>
<p><strong>Temperatura:</strong> min: 24° max: 28°</p>
<p><strong>Dureza:</strong> min:4 max:8</p>
<p><strong>Tamanho Máximo:</strong> 6 cm</p>
<p><strong>Sociabilidade:</strong> Os machos são bastante territoriais por essa razão só se pode ter um macho por aquário,as fêmeas também são territoriais mas podem se manter juntas.</p>
<p><strong>Manutenção:</strong> Fácil</p>
<p><strong>Zona do Aquário:</strong> Superfície e meio aquário.</p>
<p><strong>Alimentação:</strong> Onívoro. Comida viva, ração especifica, larvas, artêmia.</p>
<p><strong>Ração Indicada:</strong> <a href="https://megafoodpet.com.br/produto/megafood-betta/">MegaFood Betta</a></p>
<p><strong>Características:</strong> Este peixe têm a particularidade de respirar o ar atmosférico graças a órgãos chamados de labirintos que fazem com que o ar passe bem próximo da corrente sanguínea proporcionando a troca de oxigênio com o sangue por meio de difusão.</p>
<p><strong>Reprodução:</strong> Ovíparo, os machos defendem o seu território formado em redor de um ninho de bolha que eles constroem e defendem. As fêmeas &#8220;visitam&#8221; os machos que as cortejam até estas libertarem os ovos, em seguida e após a fertilização os machos colocam os ovos no ninho e expulsam a fêmea do território. A eclosão demora entre 24 a 48 horas.</p>
<p><strong>Dimorfismo Sexual:</strong> Os machos por norma têm as barbatanas mais longas que as fêmeas, a exceção é o macho Plakat que se confunde com uma fêmea visto não ter as barbatanas tão longas conforme os outros machos.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Ficha Técnica: Oscar (Astronotus Ocellatus)</title>
		<link>https://www.nutral.com.br/ficha-tecnica-oscar-astronotus-ocellatus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nutral]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Oct 2020 20:04:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Ficha Técnica]]></category>
		<category><![CDATA[ficha técnica]]></category>
		<category><![CDATA[oscar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nome(s) popular(es): Oscar, Acará-grande, Acará-açu, Acaraçu, Acará-guaçu, Acarauaçu, Aiaraçu, Apiari, Carauaçu, Apaiari Nome(s) científico(s): Astronotus ocellatus Família: Cichlidae pH: 6,5 &#8211; 7,2 Temperatura: Não tolera águas frias. Ideal 22 &#8211; 25 ºC Dismorfismo sexual: Poucas diferenças. Machos um pouco maiores e mais coloridos quando adultos. Alimentação: Onívoro Ração Indicada: MegaFood Carnívoros  e como complemento MegaFood [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Nome(s) popular(es):</strong> Oscar, Acará-grande, Acará-açu, Acaraçu, Acará-guaçu, Acarauaçu, Aiaraçu, Apiari, Carauaçu, Apaiari</p>
<p><strong>Nome(s) científico(s):</strong> Astronotus ocellatus</p>
<p><strong>Família:</strong> Cichlidae</p>
<p><strong>pH:</strong> 6,5 &#8211; 7,2</p>
<p><strong>Temperatura:</strong> Não tolera águas frias. Ideal 22 &#8211; 25 ºC</p>
<p><strong>Dismorfismo sexual:</strong> Poucas diferenças. Machos um pouco maiores e mais coloridos quando adultos.</p>
<p><strong>Alimentação:</strong> Onívoro</p>
<p><strong>Ração Indicada:</strong> <a href="https://megafoodpet.com.br/categoria-produto/carnivoros/">MegaFood Carnívoros</a>  e como complemento <a href="https://megafoodpet.com.br/produto/megafood-tenebrio/">MegaFood Tenébrio</a></p>
<p><strong>Reprodução:</strong> Ovípara</p>
<p><strong>Origem geográfica:</strong> América do Sul</p>
<p>O Peixe Oscar é um dos vários tipos de Peixe Acará que existem. É um peixe da família dos Cichlidae e seu nome científico é Astronotus Ocellatus.</p>
<p><strong>Tipos de Peixe Oscar:</strong> Existem vários tipos de peixe Oscar como Oscar albino, Oscar albino rosa, Oscar albino red, Oscar albino red tiger, Oscar preto, Oscar tigre, Oscar bronze e o Oscar véu.</p>
<p><strong>Cuidados:</strong> O Peixe Oscar é de crescimento rápido e muito usado no aquarismo. Na natureza, sua distribuição geográfica se dá na bacia Amazônica e represas do Nordeste e Sudeste. O peixe Oscar prefere um pH ligeiramente ácido, entre 6,5 e 6,8.</p>
<p>Quando criados em aquários, devem ser feitas trocas parciais de água (20%), mais vezes no verão do que no inverno. A temperatura deve estar entre 21 e 26°C, em temperaturas menores o Oscar pode parar de se alimentar.</p>
<p>O Oscar precisa de 12 horas de escuro e 12 horas de claro. À noite, quando em repouso, fica quase deitado. É preciso aquários de 100 a 200 litros para um indivíduo adulto e o aquário deve estar sempre tampado, pois o peixe Oscar salta com facilidade do aquário. Possui coloração escura e desenhos em mosaico quando jovem e à medida que cresce ganha manchas claras e escuras de verde acinzentado e laranja. Na nadadeira caudal existe um ocelo, mancha circular escura envolta por um laranja brilhante.</p>
<p>Seu hobby é mexer na decoração do aquário conseguindo até levar pedras grandes de um canto a outro, revolve o substrato e arranca plantas. Há relatos de Oscar que comem na mão do tratador, deixa fazer caricias em seu dorso, portanto são peixes muito simpáticos e meigos quando acostumados com seu dono!</p>
<p><strong>Reprodução:</strong> O ideal para a reprodução do Oscar é um aquário entre 200 a 250 litros. A água deve ficar em torno dos 28°C.</p>
<p>Percebe-se um grande reboliço no aquário antes do acasalamento, e acontecem os chamados ¨jogos de boca¨ que são uma prova de força, onde macho e fêmea ficam frente a frente com suas bocas bem abertas. Após algumas batalhas e mordidas um ao outro, o casal se afasta dos demais peixes no aquário. Coloca-se uma telha virada para baixo para que preparem o local para a desova, a fêmea deposita os ovos em movimentos circulares enquanto o macho os fertiliza entre 800 a 2.000 ovos.</p>
<p>Após a desova dá-se início a uma grande agitação na água provocada pelos peixes, com suas nadadeiras, para oxigenar os ovos, e como defesa e proteção dos mesmos ao ataque de fungos e bactérias. Após 3 ou 4 dias os ovos irão eclodir. O macho então transporta os alevinos em sua boca para buracos abertos por ele no substrato, cuidando destes até que consigam nadar sozinhos.</p>
<p>Nos primeiros dias os alevinos se alimentam do saco vitelínico. Quando este terminar, é necessário fornecer alimentos como patês de carne de boi, fígado e peixes sem gordura, micro-vermes e artêmias recém- eclodidas. Devem ser alimentados de duas em duas horas com moderação.</p>
<p>Para os adultos há alimentos específicos para carnívoros, gostam também de pequenos peixes, coração e fígado em pequenos pedaços. A vitamina ¨E¨ é essencial na sua dieta, para o seu bom desenvolvimento e uma boa reprodução.</p>
<p>Lembre sempre de ter uma boa filtragem no aquário.</p>
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		<item>
		<title>Ficha Técnica: Tetra Silver Tip</title>
		<link>https://www.nutral.com.br/ficha-tecnica-tetra-silver-tip/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nutral]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Oct 2020 20:01:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Ficha Técnica]]></category>
		<category><![CDATA[ficha técnica]]></category>
		<category><![CDATA[tetra silver tip]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nome Popular: Tetra Silver Tip Nome Científico: Hasemania nana, Lütken, 1875 Família: Characidae Origem: América do Sul / Bacia do Rio São Francisco Sociabilidade: Cardume pH: 6.0 a 7.2 Temperatura: 22 a 28ºC Dureza da água: mole a média Expectativa de vida: Cerca de 5 anos Manutenção: Fácil Tamanho adulto: Aproximadamente 5 cm Alimentação: Onívora, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Nome Popular:</strong> Tetra Silver Tip</p>
<p><strong>Nome Científico:</strong> Hasemania nana, Lütken, 1875</p>
<p><strong>Família:</strong> Characidae</p>
<p><strong>Origem:</strong> América do Sul / Bacia do Rio São Francisco</p>
<p><strong>Sociabilidade:</strong> Cardume</p>
<p><strong>pH:</strong> 6.0 a 7.2</p>
<p><strong>Temperatura:</strong> 22 a 28ºC</p>
<p><strong>Dureza da água:</strong> mole a média</p>
<p><strong>Expectativa de vida:</strong> Cerca de 5 anos</p>
<p><strong>Manutenção:</strong> Fácil</p>
<p><strong>Tamanho adulto:</strong> Aproximadamente 5 cm</p>
<p><strong>Alimentação:</strong> Onívora, aceita de tudo, para incentivar a reprodução e manter seu peixe saudável e com belas cores é recomendado oferecer alimentos vivos ao menos uma vez na semana.</p>
<p><strong>Ração Indicada:</strong> <a href="https://megafoodpet.com.br/produto/racao-megafood-tropical-basic/">MegaFood Tropical Basic</a> acompanhada de <a href="https://megafoodpet.com.br/produto/racao-megafood-spirulina/">MegaFood Spirulina</a></p>
<p><strong>Dimorfismo sexual:</strong> O macho é menor, mais colorido e o ventre é retilíneo. A fêmea possui coloração menos intensa, o ventre é roliço e é maior que o macho. Importante: estas características aparecem em peixes no final do estágio juvenil e em adultos, a diferença sexual entre filhotes é mais difícil de ser observada.</p>
<p><strong>Comportamento:</strong> São peixes cardumeiros e pacíficos.</p>
<p><strong>Reprodução:</strong> Ovíparo, são considerados disseminadores livres, pois a fêmea libera seus ovos na água e o macho nada em volta fertilizando-os. Os ovos eclodem em algumas horas quando mantidos em temperatura mais alta e após dois ou três dias da eclosão os alevinos já consumiram o conteúdo do saco vitelino e começam a nadar.</p>
<p>Não ocorre o cuidado parental entre os peixes desta espécie, a partir do momento em que os filhotes apresentam nado livre pode-se oferecer rações específicas para alevinos de ovíparos e alimentos vivos como infusórios, microvermes, náuplios de artêmia, conforme os filhotes forem crescendo alimentos vivos de maior porte podem ser oferecidos.</p>
<p>Ovos e alevinos recém nascidos são bem sensíveis à iluminação, portanto um aquário com várias plantas flutuantes para atenuar a luminosidade é necessário.</p>
<p>Recomenda-se usar filtro interno de espuma ou então colocar perlon na entrada de água do filtro externo para evitar sugar os filhotes, quando em aquários próprios para reprodução.</p>
<p>Tamanho mínimo do aquário: 50 litros.</p>
<p>Outras informações: Por serem de cardume, esses tetrinhas não devem ser mantidos em grupos com menos de 5 indivíduos, quanto maior o cardume, mais natural o seu comportamento. As disputas por territórios ou fêmeas são magníficas de observar, os machos (geralmente os maiores entre eles) se enfrentam e exibem suas nadadeiras e cores no máximo esplendor possível. São belíssimos peixes para aquários plantados e temáticos!</p>
<p>O Gênero Hasemania é um dos poucos entre os da Família Characidae em que as espécies não apresentam nadadeira adiposa.</p>
<p>Estes peixes apresentam sua coloração de forma vívida apenas quando mantidos em ambiente ideal, peixes em situação estressante (baterias de lojas, logo após o transporte, etc) podem apresentar coloração muito pálida, que é facilmente revertida ao ser transferido para um local com parâmetros e necessidades adequadas à espécie.</p>
<p>É extremamente importante o monitoramento dos parâmetros da água, para isto são recomendados os testes periódicos de pH, GH, KH, Amônia, Nitrito e Nitrato. Existem produtos que testam certos parâmetros constantemente, sem que o aquarista necessite fazê-los a toda hora e que permitem um monitoramento 24 horas, são eles o Seachem Ammonia Alert e Seachem pH Alert – ambos disponíveis em nossa área de &#8220;Medicamentos e Testes&#8221;. Todos os outros testes químicos também podem ser encontrados na mesma área supracitada do site.</p>
<p>Igualmente importante é a manutenção constante da temperatura da água para evitar quedas bruscas que podem levar à debilitação do sistema imunológico do animal e ao surgimento de doenças. Esta manutenção é atingida com o auxílio de aquecedores e/ou termostatos – sendo os últimos mais recomendados, por possuírem um mecanismo que controla a temperatura evitando assim o aquecimento excessivo da água do aquário – e ela é monitorada utilizando-se termômetros que podem ser tanto internos quanto externos. Acessando a nossa área intitulada &#8220;Temperatura&#8221; você encontra várias opções de termômetros, aquecedores e termostatos.</p>
<p>Peixes que podem ser colocados com tetras: Tetras são cardumeiros, deve-se colocar 3 unidades (no mínimo) do mesmo tipo de cada tetra. Além de outros tetras machos e fêmeas de quaisquer outras variantes, pode colocá-los juntamente com todos os peixes de pH ácido de porte pequeno e médio. Não colocá-los com acarás adultos e nem peixes de rio (podem comé-los se couber em sua boca). Pode adaptá-los para pH neutro e colocar com todos os peixes deste pH. Não recomendamos colocá-lo em pH alcalino, por diminuir sua expectativa de vida de horas (depende da aclimtação) à anos e irá maltratá-los silenciosamente, forçando sua natureza (não concordamos).</p>
<p><strong>PEIXES COMPATÍVEIS:</strong></p>
<p>1. Sempre planeje seu aquário com peixes de mesmo pH, temperatura, nível de agressividade e tamanho próximo:</p>
<p>&#8211; Água ácida (6.0 a 6.8), água neutra (6.8 a 7.2) ou água alcalina (7.2 a 9.0);<br />
&#8211; Mesma temperatura (peixes tropicais: 26 a 30 graus C / peixes de água fria: 18 a 26 graus C);<br />
&#8211; Misturar animais pacíficos com pacíficos, agitados com agitados, agressivos com agressivos e carnívoros com carnívoros, qualquer combinação diferente, poderá trazer problemas;<br />
&#8211; Também misturar animais grandes, médios e pequenos da mesma espécie quase sempre vai ter problemas. Os peixes médios e pequenos terão menos acesso à alimentação do que os grandes e poderão se tornar peixes defeituosos e subnutridos.</p>
<p>2. O animal é territorialista, de agressividade média a alta, planeje comprar todos os animais no mesmo mês e do mesmo tamanho que os habitantes antigos do aquário. Caso compre novos animais para um aquário já habitado há meses ou anos, pode-se tentar as seguintes técnicas:</p>
<p>&#8211; Mudar velhos habitantes briguentos para aquário de quarentena ou hospital e deixá-los lá por um mês, modificar a decoração do aquário, mover pedras, troncos e enfeites de lugar, na tentativa de parecer um novo ambiente, colocar os animais novos no aquário antigo. Após um mês juntar todos no mesmo aquário e verificar o comportamento deles nos próximos dias;</p>
<p>&#8211; Colocar os mais briguentos em criadeira de tela ou separar o aquário com tela de acrílico, para que possam se ver, mas, sem agressão ou lutas, por um mês ou mais;</p>
<p>&#8211; Última alternativa, doar ou trocar o animal extremamente agressivo com um amigo ou com alguma loja do ramo;</p>
<p>3. Se você tem aquário principal com animais grandes é só encontrar pequenos para a compra</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Ficha Técnica: Acará Discus</title>
		<link>https://www.nutral.com.br/ficha-tecnica-acara-discus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nutral]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Oct 2020 19:58:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Ficha Técnica]]></category>
		<category><![CDATA[acará]]></category>
		<category><![CDATA[discus]]></category>
		<category><![CDATA[ficha técnica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nome Comum: Acará Discus Nome Cientifico: Symphysodon discus Família: Ciclídeos Americanos Habitat: Bacia Amazónica no Brasil, Peru e Colômbia pH: min: 4,2 max: 6,2 (em aquário: 6,5 – 7,5) Temperatura: min:22 max:28 Tamanho Máximo: 20 cm (com uma boa Alimentação e boa água) Sociabilidade: Pacífico em cardume, porém se manter 2 ou 3 o peixes [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Nome Comum:</strong> Acará Discus</p>
<p><strong>Nome Cientifico:</strong> Symphysodon discus</p>
<p><strong>Família:</strong> Ciclídeos Americanos</p>
<p><strong>Habitat:</strong> Bacia Amazónica no Brasil, Peru e Colômbia</p>
<p><strong>pH:</strong> min: 4,2 max: 6,2 (em aquário: 6,5 – 7,5)</p>
<p><strong>Temperatura:</strong> min:22 max:28</p>
<p><strong>Tamanho Máximo:</strong> 20 cm (com uma boa Alimentação e boa água)</p>
<p><strong>Sociabilidade:</strong> Pacífico em cardume, porém se manter 2 ou 3 o peixes maior se torna agressivo.</p>
<p><strong>Manutenção:</strong> Complexa</p>
<p><strong>Aquário:</strong> Min: 50 litros por peixe e Alto</p>
<p><strong>Zona do Aquário:</strong> Superfície e meio</p>
<p><strong>Ração Indicada:</strong> <a href="https://megafoodpet.com.br/produto/racao-megafood-tropical-basic/">MegaFood Tropical Basic</a> acompanhada de <a href="https://megafoodpet.com.br/produto/racao-megafood-spirulina/">MegaFood Spirulina</a></p>
<p>Acará-disco é o nome comum atribuído a todas as espécies de peixes de água doce classificadas no gênero Symphysodon.</p>
<p>Pertence à família dos ciclídeos e compreende atualmente duas espécies e três subespécies. É endêmico da América do Sul, onde pode ser encontrado nos rios da bacia Amazônica, no Brasil, Peru e Colômbia.</p>
<p>As suas principais características são as suas cores e o formato discoide do seu corpo. Vive em cardume e alimenta-se de pequenos crustáceos, larvas, insetos e frutos em seu habitar natural.</p>
<p>Atinge em média 15 a 18 centímetros de comprimento e habita pequenos lagos e igarapés de águas calmas e claras. O acará-disco é um dos peixes de água doce mais populares do mundo pelas suas variadas colorações pelas suas longas barbatana dorsal e caudal. É uma espécie ornamental e extremamente pacífica, sendo adequada para ser criada com peixes com mesmo temperamento; no entanto é muito exigente em relação à qualidade da água, de modo que nem sempre pode ser mantido em aquários com várias espécies diferentes.</p>
<p><strong>Taxonomia</strong></p>
<p>O acará-disco pertence a tribo Heroini, da família Cichlidae, na ordem Perciformes, ainda pouco estudada. Foi descrito pelo zoólogo austríaco Johann Jakob Heckel em 1840 como Symphysodon. O exato posicionamento filogenético deste gênero, entre os outros pertencentes à tribo Heroini é desconhecido. A espécie-tipo deste gênero é o Symphysodon discus.</p>
<p>O nome específico Discus refere-se à sua forma discoide, enquanto o seu nome genérico, Symphysodon, é uma palavra grega. Symphys significa crescendo em grupo e odon significa dentes, referindo-se à sua dentição reduzida em relação aos outros ciclídeos.</p>
<p>O gênero inclui somente duas espécies: Symphysodon discus (Disco-Heckel) e Symphysodon aequifasciatus (Disco-azul-marrom), mas estudos recentes realizados com o seu ADN demostraram a possível existência de uma terceira espécie, denominada pelos cientistas como Symphysodon tarzoo; entretanto as análises não foram conclusivas. A aceitação dessa espécie ainda está sendo estudada pelos pesquisadores.</p>
<p><strong>Subespécies</strong></p>
<p>Três subespécies são reconhecidas atualmente, com base em análises genéticas. Todas foram descritas pelo ictiólogo americano Leonard Peter Schultz em 1960, após a descrição de Pelegrin Franganillo-Balboa da espécie Symphysodon aequifasciatus em 1904:</p>
<p>Symphysodon aequifasciatus axelrodi &#8211; Acará-disco-castanho: Possui o corpo marrom-amarelado e cabeça com estrias azuladas.<br />
Symphysodon aequifasciatus haraldi &#8211; Acará-disco-azul: Possui o corpo marrom claro, com fortes estriais azuis na cabeça, dorso e barbatanas.<br />
Symphysodon aequifasciatus aequifasciatus &#8211; Acará-disco-verde: Possui o corpo azul-esverdeado, com estrias azuis marcantes na cabeça, dorso e barbatanas.</p>
<p><strong>Distribuição geográfica e habitat</strong></p>
<p>O acará-disco é nativo da Amazônia, mas só pode ser encontrado em alguns países da América do Sul.O disco-Heckel encontra-se distribuído na parte oriental da Amazônia, principalmente nos rios Nhamundá, Branco, rio Negro, Purus, Abacaxis e Trombetas. O disco-verde tem distribuição restrita à parte ocidental da Amazônia, nos rios Japurá, Içá e rio Nanay. As subespécies disco-castanho e disco-azul são geralmente encontradas nos rios Solimões, Amazonas, Urubu, Juruá, Tefé, Coari, Uatumã, Trombetas, Tapajós, Jari e Tocantins. Já o disco-azul-marrom pode ser encontrado nos leitos dos rios Amazônicos e em algumas bacias hidrográficas da Colômbia e Peru, tendo distribuição mais alargada do gênero.</p>
<p>Habitam rios com águas calmas, pouco profundas e límpidas, com abundante vegetação aquática, troncos e raízes submersas, sendo ligeiramente quentes, de características ácidas e de baixa dureza. Vivem principalmente em lagos de várzea e lagoas marginais.</p>
<p><strong>Comportamento e reprodução</strong></p>
<p>O acará-disco possui um comportamento territorialista e não realiza migrações reprodutivas. Durante a estação chuvosa vive sozinho ou em pequenos grupos em águas profundas, mas no período de estiagem formam grandes cardumes próximo de árvores caídas ao longo das margens dos lagos.</p>
<p>Atinge a maturidade sexual com doze meses de vida e desova mais de uma vez por ano, com cerca de 1.500 ovos por desova. Na época da reprodução formam casais por meio do cortejo sexual, característica dos ciclídeos. Geralmente depositam os ovos em folhas grandes ou em pedras.Durante a desova a fêmea deposita uma pequena quantidade de ovos que logo após serão fertilizados pelo macho.Todo o processo pode durar até uma hora e, logo depois de o macho fertilizá-los, o par mantém constante agitação da água em torno deles, abanando-os com as barbatanas, para garantir a oxigenação necessária. Em seguida os pais empenham-se em limpá-los e mantê-los seguros até ao nascimento das larvas.</p>
<p>Dependendo da temperatura da água os ovos eclodem após dois ou cinco dias e permanecem com a vesícula vitelina por mais três ou quatro dias, até que possam nadar livremente.Depois da eclosão as larvas são alimentadas com um muco liberado por seus pais durante duas semanas. Após esse período podem ser alimentados com náuplios de artêmia, mas vão precisar da secreção dos pais por mais trinta dias. Com aproximadamente cinquenta dias podem ser separados dos adultos.</p>
<p><strong>Características</strong></p>
<p>O acará-disco é geralmente denominado como O Rei do Aquário. É considerado um peixe de pequeno porte, podendo chegar a 15 centímetros de comprimento. Possui o corpo lateralmente achatado com barbatana dorsal e caudal relativamente longa, que contribuem com o formato discóide do seu corpo. Tem apenas um orifício nasal de cada lado da narina, boca protátil e lábios grossos. Os machos são maiores, mais coloridos e com os primeiros raios da barbatana dorsal mais grossos e longos. Não possuem dimorfismo sexual evidente.</p>
<p>As suas cores variam dependendo da espécie podendo ter tons vermelhos, azuis, verdes, castanhos, brancos e amarelos, sendo que atualmente existem cerca de 600 variações.Apresentam várias fileiras de escamas na base das barbatanas dorsal e caudal, estrias geralmente azuis por todo o corpo e de oito a nove faixas escuras transversais sobre o corpo.</p>
<p><strong>Ameaças / Doenças</strong></p>
<p>Tal como diversos outros peixes, o acará-disco é suscetível a infecções como parasitoses, micoses, bacterioses, viroses e ainda por ectoparasitas.<br />
Contudo, em condições naturais os agentes infecciosos que os infestam não são suficientemente numerosos para afetar a saúde do hospedeiro, pelo fato do estado nutricional e fisiológico do peixe estar devidamente ajustado ao meio ambiente.Especificamente para o acará-disco, são encontrados os seguintes parasitas: protozoários (Piscinoodinium pillulare, Ichthyophthirius multifillis, Costia necatrix, Trichodina), metazoários monogenéticos (Dactylogyrus vastator e Gyrodactylus elegans), micoses e bacterioses.</p>
<p>Em cativeiro, quatro doenças atacam a espécie com maior frequência, bem como outras espécies:</p>
<p>Gastroenterite: por Aeromonas hydrophila uma bactéria gram-negativa.<br />
Hexamitoses: provocadas por protozoários como o Hexamita meleagridis e o Hexamita symphysodonis.<br />
Capilaríase: causado pelos nematodas Capillaria pterophylli. Geralmente afeta as espécies pertencentes à família dos ciclídeos.<br />
Ichthyouris Infestation: causada por parasitas. Afeta o intestino dos peixes.</p>
<p><strong>Risco de extinção</strong></p>
<p>Apesar de não se encontrar na lista vermelha da IUCN, a quantidade de acarás-disco na natureza diminuiu em grande escala desde a década de 1990.Os principais fatores para o declínio da população é a ação do homem em seu habitat, entre elas a captura para a criação em aquário.Outros fatores de influência antrópica que contribuem com o desaparecimento da espécie é a mineração de ouro, que libera mercúrio na água,o desmatamento e os incêndios florestais, pois aumentam a temperatura da região e impedem a formação das nuvens, prolongando o período de estiagem.</p>
<p><strong>Criação em cativeiro</strong></p>
<p>Acarás-disco criados em aquário.<br />
Os primeiros acarás-disco criados em cativeiro datam de 1933. Eles foram capturados na natureza e morreram logo após serem introduzidos ao aquário. Foi a partir de 1935 que surgiram os primeiros relatos de exemplares que reproduziram em cativeiro e chegaram à idade adulta.Nesse período eram exportados em pequenas quantidades para a Europa e Estados Unidos. Exportações maiores ocorreram após o fim da Segunda Guerra Mundial, quando se desenvolveu o automobilismo.Entretanto, foi somente na década de 1980 que se iniciou uma atividade sistemática de exploração do acará-disco.</p>
<p>É uma das espécies mais populares do mundo usadas para o aquarismo,bem como uma das mais exploradas. Entretanto são muito exigentes sobre as condições em que vivem, não sendo aconselhável a sua manutenção por aquariofilistas que ainda não dominem o controle dos parâmetros de água dos seus aquários. Devem ser mantidos em aquários grandes com um mínimo de 20 litros para cada exemplar, a fim de evitar disputas territoriais.São muito sensíveis em relação à qualidade da água e preferem água de pH ácido, em torno de 4.2 e 6.2 e com temperatura à volta de 26 e 30°C.</p>
<p>Como são encontrados em rios com abundante vegetação aquática e pouca iluminação, os aquários devem ter plantas, decorados com troncos e pedras, e colocados em locais de baixa luminosidade, para se assemelharem ao seu habitat natural. Entretanto nem todas as plantas se adaptam à temperatura da água e com à baixa iluminação, sendo algumas das mais indicadas as Espadas Cadeia Pigmeu (Echinodorus tenellus) e as Java Fern (Microsorium pteropus).</p>
<p>Não devem ser criados com espécies agressivas ou que comam rapidamente, pois podem ser agredidos ou acabar não comendo. Devem ser mantidos com peixes com temperamento igual ao seu e que são adaptados à mesma qualidade da água. As espécies mais indicadas são os néons (Paracheirodon innesi), algumas espécies de tetras (Characidae), como o tetra-cardeal (Paracheirodon axelrodi), bagres (Siluriformes) e alguns ciclídeos (Cichlidae). Aceitam bem alimentos vivos e congelados, bem como rações em flocos industrializadas.</p>
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